Capital Humano em alta: a importância de investir em pessoas

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As inovações tecnológicas são, cada vez mais, parte do cotidiano empresarial. Todavia, ainda assim, nenhuma empresa consegue evoluir sem que existam pessoas fazendo tanto o trabalho organizacional quanto produtivo. Em decorrência disso, o capital humano adquire o status mais importante de uma corporação, sendo mais propagado até que o financeiro.

O capital humano reúne toda a capacidade de cognição do colaborador, nos âmbitos prático e teórico. Tendo em vista essa característica, reconhecer, considerar e entregar notoriedade aos indivíduos é algo cada vez mais abordado em meio aos gestores e coordenadores de Recursos Humanos.

Neste artigo abordaremos os tópicos mais relevantes acerca do capital humano. Continue lendo!

O que é capital humano?

Capital humano é um agrupamento de características abstratas que apenas uma pessoa física pode ter (como habilidades, personalidade etc.), geralmente conquistadas pelos colaboradores em ambientes onde são trabalhados a prática e o conhecimento.

O significado de capital humano está vinculado ao conceito criado por Theodore Schultz, economista, que utilizou o termo na revista American Economic Review.

Para Schultz, o que significa capital humano? Significa a “capacidade de conhecimentos, competências e atributos de personalidade de uma pessoa ao desempenhar um trabalho, de modo a produzir valor econômico”.

Durante o estudo, o economista, que veio a ser Prêmio Nobel de Economia, intencionava expor o fato de que as empresas, na década de 60, desenvolveram-se melhor após o investimento em massa na educação corporativa.

A conclusão foi a de que, sempre que houver conexão com a educação, o trabalho dos colaboradores será cada vez mais eficaz, gerando maior produtividade para o capital humano organizacional.

Por que o capital humano é o recurso mais valioso nas empresas?

Uma empresa que investe em pessoas, automaticamente entrega aos seus colaboradores programas de capacitação mais otimizados, fazendo com que o entusiasmo e a motivação nas produções sejam cada vez mais positivos.

Os benefícios não acontecem somente no que diz respeito os rendimentos e habilidades, mas também na potência criativa da empresa, que consegue evoluir e inovar.

Esses processos acontecem de forma independente, mas sim porque existe a atuação direta dos colaboradores. Então, por que investir no capital humano?

Uma organização que notabiliza e edifica pessoas, consegue reter seus talentos, pois os valores da empresa influenciam na manutenção de um ambiente equilibrado, capaz de cobrir as demandas dos gestores e dos colaboradores.

Se uma empresa prioriza investir em patrimônios físicos ao invés de indivíduos, certamente observará a decadência dos materiais com o passar do tempo.

Porém, investindo em programas de T&D, estimular o aprendizado e proporcionar experiências aos seus colaboradores, nada disso irá se perder.

A única conclusão possível é seguinte: investir em pessoas é investir em resultados cada vez mais eficazes para a empresa.

Capital humano: diferenciais

Capital intelectual e humano

Qual a diferença entre o capital humano e o chamado capital intelectual?

A definição de capital humano, como dissemos anteriormente, está intimamente vinculada aos conhecimentos e habilidades do colaborador.

O capital intelectual, todavia, apesar de muitos misturarem com o conceito de capital humano, é mais expansivo e abrangente. O capital intelectual também é responsável por ações como:

– patentear a identidade visual da empresa, registrar marcas e os serviços ofertados;

– a manutenção de planilhas de dados, nos quais mantém apontamentos acerca de clientes, fornecedores, concorrentes, parceiros etc.;

– e o próprio networking.

Recursos Humanos (RH)

Capital humano (CH): como o CH se relaciona com o RH da empresa?

O setor de RH de uma organização é o setor responsável por gerir seu CH.

Os encarregados pelo RH desenvolvem seu trabalho com o objetivo de enaltecer os talentos da empresa, combinar as inovações tecnológicas à rotina laboral e desenvolver técnicas que incentivem a educação corporativa.

Junto ao CH, o RH pratica ações como:

– qualificação da performance, das habilidades e dos desempenhos dos profissionais, de modo que o processo de recrutamento/seleção sejam mais céleres e menor dispendiosos;

– desenvolver competências dos colaboradores as quais se encaixem nas necessidades de investimento existentes.

Todos os procedimentos nos quais o RH atua, o CH e os gestores caminham conjuntamente. Esse engajamento coletivo é essencial para que haja cada vez mais disposição e compromisso, que por consequência influenciarão na evolução das equipes.

Uma organização na qual os gestores não conseguem conectar-se aos seus colaboradores dificilmente será capaz de comunicar resultados efetivos para a empresa.

Por esse motivo, se o RH de uma empresa tem consciência da importância do seu CH, irá buscar, junto aos seus líderes, valorizar cada vez mais os programas de capacitação, treinamento e desenvolvimento, tanto para os gestores quanto para os colaboradores.

Conclusão

Para que qualquer organização obtenha sucesso em suas demandas e metas finais, deve investir numa gestão coerente do seu capital humano. Nenhuma empresa funciona se não houve pessoas, portanto, capacitá-las, motivá-las e orientá-las é o caminho mais eficaz para que obtenha êxito.

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